Um ponto de vista sobre o cliente, o mercado, as empresas e seus colaboradores Vamos em frente juntos!
- Keine Alves

- 30 de jan.
- 3 min de leitura

Chegamos na terceira pergunta das cinco...
Vamos em frente juntos!
Forte abraço,
Keine Alves
Líder educador e pesquisador
“Sobre os papéis desempenhados pelo cliente, no dia a dia, pode acontecer de nos prendermos apenas a um dos papéis do cliente. É fundamental sabermos e conhecermos todos eles?
Keine: Primeiramente cabe ressaltar que todos nós, seres humanos desempenhamos papéis sociais, por mais que por algum motivo o pensamento superficial seja de ordem contrária.
Nós desempenhamos esses papéis verdadeiramente, somos todos pais, mães, esposos, esposas, filhos e filhas, netos e netas e muito mais.
Gosto de pensar nisso pois além de ter uma forte conexão com as áreas humanas como a psicologia, filosofia e algumas outras mais que já trazem conceitos desse tipo de forma aplicada, acredito que ter consciência e compreensão desse tema pode ampliar a nossa capacidade de nos tornarmos simpáticos a alguém ou não.
Contudo, entendo que saber qual é o papel do cliente é uma condição “sine qua non” para uma pessoa de negócios, principalmente com foco em resultados sem a distorção de um sujeito como objeto, pois saber mais sobre o outro, se interessar e desenvolver essa condição empática é vital nesse assunto, embora muitas empresas estejam de costas para o cliente.
Porém, também reconheço que a ignorância é um estado psicológico de todos nós humanos, que na prática nos afirma de que não sei, que não sei e isso de fato nos aliena no caminho do desenvolvimento e do verdadeiro conhecimento pelo cliente.
Pensando por essa via, precisamos estar conscientes de quando nos surge a necessidade de evoluirmos, pois isso se dá claramente quando avançamos no conhecimento e na compreensão de alguém.
Não vamos esquecer também que a tendência humana é seguir a famosa lei de Newton e ficar presa num único conhecimento forçando a inércia, mesmo que seja superficial e insuficiente.
Portanto é sim possível nos prender em tais papéis, ou melhor dito, nos alienarmos num único papel social do cliente, como exemplo, da visão do cliente como comprador... Cliente, para muitos é só aquele que compra, o resto é resto.
De fato, se prender nisso é um grande perigo, pois seremos levados a generalizações, banalizações, cópias e no fim de tudo um esgotamento total de um sistema de expansão, por isso é fundamental conhecer o máximo possível o cliente.
Cabe destacar que os papéis universais dos cliente que podemos falar a respeito já são conhecidos por muitas pessoas e são eles o de consumidor, influenciador, demandante, decisor e o de comprador que já comentei em outra oportunidade, mas de fato não é o simples conhecer do papel social e sim perceber, o que realmente gera como consequência o papel social desempenhado.
Muitas vezes não sabemos nem ao menos qual é o papel que o cliente que você está interagindo exerce, isso modifica a sua forma de atuação com ele, quando preso nesse papel a sua forma de ver muda de quando interage com ele fora desse papel, tanto que pessoas agem e reagem o tempo todo e não percebem as suas mudanças de acordo com as diversas situações e condições que vão se vivenciando em função do papel social.
Acredito que se você quer realmente conhecer o cliente, deve como se diz no dito popular, ir até a selva e viver com os leões, não é dentro de casa achando, pressupondo, sonhando e etc, que você vai ter uma informação clara e contributiva sobre o cliente, principalmente no momento em que ele está exercendo o seu papel de forma ampliada.
Entendo que não é possível compreender sem conhecer ou vice-versa, isso separa o mundo dos principiantes e dos que realmente pesquisam e entendem sobre o assunto e por isso entendo ser vital tal conhecimento para a construção de resultados de forma coerente e consistente, sem contar que essa relação pode inclusive se desenvolver e mudar de patamar, mas muitas empresas ainda se anula em relação ao cliente, é preciso ir além do óbvio, mas para isso, se deve conhecer o óbvio.
Curioso para a próxima pergunta? Se mantenha ligado...
Caso queira, participe e vamos conversar!



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