Um ponto de vista sobre o cliente, o mercado, as empresas e seus colaboradores.
- Keine Alves

- 30 de jan.
- 2 min de leitura

Recebi um convite bem legal durante essa semana de uma jornalista que estava produzindo um conteúdo para um “newsletter”.
A sua abordagem peculiar e o assunto foram super atraentes, pois além de trazer à tona uma visão do cliente, uma posição do mercado, das empresas e de seus colaboradores ela se preparou para valer lendo alguns dos meus artigos, materiais e escritos sobre o assunto, culminando numa boa sequência de cinco perguntas.
Foi tão bacana responder que acabei resolvendo partilhar em pequenos textos essa super interação que tivemos.
Espero contribuir com essa série de cinco conteúdos com todos, afinal, foi uma experiência única.
Cinco perguntas em cinco etapas.
Sejam-bem vindos a primeira da série de cinco.
Forte abraço,
Keine Alves
Líder educador e pesquisador
“Você acha que no dia a dia, as empresas, de um modo geral, ainda não sabem a fundo quem é seu cliente?”
Keine: De fato o que tenho evidenciado é uma grande quantidade de empresas, inclusive através de fontes seguras como pesquisas que realizamos periodicamente.
Essa fonte nos fornece vários dados interessantes, em especial a grande dificuldade das empresas em geral, que é definir, descrever e ou determinar quem é o cliente de uma forma assertiva e direta.
Para que isso fique claro, preciso dar um exemplo simples, de que o cliente não é uma entidade espiritual, pois vejo muitos empresários rezando para ver se o cliente aparece ou se manifesta de alguma forma.
Claro que não é uma brincadeira, pode até parecer pela risada que demos quando falamos dessa forma do assunto, pois eu prefiro sinceramente o lado cômico que o trágico.
Olhando com certa cientificidade, a grande verdade é que essa tese seria capaz de começar a nos levar numa trilha onde iremos encontrar boas perguntas, respostas e razões pelos inúmeros esforços realizados por várias empresas e o seu baixo resultado quando o assunto é o cliente.
Todavia, isso começa a nos demonstrar por exclusão que o cliente não é um segmento, que o cliente não é um nicho específico de mercado, que ele não é um pedido, que ele não é uma fatura, que ele não um par de bolsos ou notas andando e que o cliente é muito mais que isso tudo, mas que não o conhecemos como se deve.
Tanto que devemos inclusive tomar como outro exemplo o oposto do esforço, onde baixos investimentos e esforços geram resultados impressionantes, mas quem o tem e que já o pesquisamos de alguma forma, não sabe ao certo responder a causa disso.
Pois empiricamente, tais profissionais acabam de certa forma sabendo melhor quem é o seu cliente e com isso começamos a usar um certo conceito de validação, que nos comprova exatamente que 98,6% das empresas que já pesquisamos não sabem quem é realmente o seu cliente.
Com isso tudo, respondendo a sua pergunto, sim e tenho as evidências diretas de que as empresas realmente não sabem quem são os seus clientes.
Curioso para a próxima pergunta? Se mantenha ligado...



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