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Atenção a essa oportunidade: O “essencial” ainda está por ser feito!

Uma reflexão para nos levar além...


Será que precisamos pensar cada vez mais? Está aí uma boa pergunta... 


Te garanto que se eu respondesse essa pergunta de bate e pronto, sem pensar, responderia que sim... Deveríamos pensar mais!


Mas será essa a melhor resposta? Certamente que não... 


Enfrentamos diversas situações em nossas vidas e no trabalho e uma delas está relacionada exatamente com o pensar.


Em geral, o simples pensar em demasiado pode constituir num problema que afeta muitas pessoas que conheço em seus diversos papéis sociais e que se ligam diretamente ao conhecido problema da procrastinação. 


Antes que me achem muito excêntrico, vou explicar o que consiste no problema do pensar em demasiado e a sua relação direta com a procrastinação.


Vamos adiante juntos nessa reflexão...


O cortador de papel não tem mérito algum em cortar papel, assim como o nosso cachorro ou papagaio, não tem mérito algum em correr depressa ou voar, pois isso é da sua natureza.

Não é diferente conosco, de fato, não temos mérito nenhum em pensar, faz parte da nossa natureza.


Portanto ficar somente pensando, certamente irá nos levar a uma armadilha natural, que é a do pensar, pensar e nada fazer e isso consiste no “problema do pensar” e sua conexão direta com a procrastinação.


Já estudei e avaliei diversas colocações fisiológicas no campo da neurociência sobre o problema da procrastinação e com pesquisas interessantes, contudo não descredencio nenhuma delas, mas esse viés do problema do pensar que proponho, ainda não encontrei...


Para ficar mais assertivo, quero lembrar que temos o problema natural da primeira lei da física de newton instalada em nós, o problema da inércia. 


Sujeitos à ordem dos instintos, ou melhor, a aplicação das forças sobre um corpo, nos tornamos rapidamente aquilo que permaneceremos sendo por toda vida.


Quando vejo o enorme número de possibilidades que eu mesmo perco a minha frente, chego a perder o ar nos pulmões e a paciência, pois é impossível não considerar que as possibilidades que temos a nossa frente são infinitas.


Diante de um sopro da vida, tudo pode acontecer de forma diferente e tem sido assim com todas as personalidades humanas de maior destaque, desde a antiguidade até o momento e o que está em questão nessa reflexão, é o que você de fato pode realizar com o seu pensamento.


Nós, por sermos seres humanos em situação, não merecemos, mas devemos ser heroicos, generosos e ou audaciosos.

 

Pois, nós não éramos nada no começo que nos predestinasse a um futuro preciso e brilhante. Nosso mérito, portanto, só é o maior porque apenas decidimos sobre nossa própria vida e nada mais. 


Mas atenção, que não é uma questão de decisão e sim a de agir em conjunto com o decidir, são essas as diversas forças que possam ser aplicadas a um corpo e que certamente pode mudar a direção dele.


O essencial, portanto, ainda está por ser feito por cada um de nós!


Esse é o nosso maior desafio e isso sim, constitui parte da nossa maior tarefa que recairá sempre em nossas mãos, como uma boa e velha maldição daqueles livros de contos de fada. 


Agora, pare e se pergunte, olhando nos seus olhos no espelho: O que você tem feito com você mesmo como líder, liderado, pai, mãe, esposo, filho, professor, médico, veterinário, empresário e tudo mais?!


Quanto mais o tempo passa, mais a essência se impõe sobre a existência para selá-la definitivamente e quando a morte chegar, nada mais nos restará.


Como diz o mestre Rubens Alves, simplesmente passarinho... 


Então o que sobra de verdade? Uma vida escolhida livremente e nada mais.


Esse é o momento que surge diante de todos nós, pois somos ou estamos sujeitos ao nosso próprio veredicto. 


Obviamente, nós sempre encontraremos resistências para realizar algo e o curioso que as maiores sempre serão em especial produzidas por nós mesmos.

 

Não existe sorte, nem culpado indireto por isso ou aquilo o que existe é você.


Além disso, também irá surgir pessoas que nos desencorajam, por palavras, por convivência ou atitude, para nos inculcarem a ideia de que a nossa vida está totalmente limitada, traçada e que o desejo de mudança ou ímpeto de aperfeiçoamento pessoal são inúteis e idiotas.


Não acredite nisso nunca! 


Mas por quê? Ora, nesses tempos obscuros e de desempregos, correr o risco de deixar algo que nos garanta um mínimo, pode ser uma péssima ideia a ser feita, mas uma boa condenação. Não somente para você, mas para todos que estão conectados nessa saga da vida e do trabalho a você. 


Definitivamente, duas trajetórias acontecem diante de nós mesmo: de um lado, a platitude do status quo; do outro, a originalidade na diversidade e que faz a vida valer a pena para ser vivida como Sócrates já nos alertava. 


Bom então agora com isso tudo escrito e na ponta da nossa reflexão, o momento agora se trata de compreender por que nós somos tantas vezes tentados pela nossa própria má-fé e simplesmente procrastinamos...


Pois de fato, poderemos sucumbir a uma dessas tentações que nos leva a ser um “frouxo”, “um relutante”, “um ranzinza” ou até uma pessoa “legal que agrade todos” ou então tomar a decisão de ser até uma pessoa que vai soar como um “egoísta, arrogante e asqueroso”, mas que é capaz de realizar aquilo que realmente precisa ser feito com coragem e força para seguir adiante nas suas convicções.


Pare, pense e faça acontecer, pois o hoje na verdade é muito pouco tempo para se perder pensando somente e deixando de fazer o essencial que ainda está por ser feito!

 

Keine Alves 

Líder educador e pesquisador

 
 
 

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